Neuropsicopedagogía y rehabilitación cognitiva en la enseñanza de las matemáticas: interfaces entre Neurociencia, funciones ejecutivas y prácticas pedagógicas en la Educación Secundaria
DOI:
https://doi.org/10.52832/jesh.v6i1.637Palabras clave:
Procesos ejecutivos, Autorregulación emocional, Pensamiento matemático, Intervención educativa, Diversidad neurocognitivaResumen
Este ensayo teórico tiene como objetivo discutir de manera crítica e interdisciplinaria el papel de las funciones ejecutivas, los procesos emocionales y los fundamentos neurobiológicos en el aprendizaje de las matemáticas en la Educación Secundaria, problematizando explicaciones reduccionistas basadas exclusivamente en vacíos conceptuales. Metodológicamente, el estudio se configura como un ensayo teórico-argumentativo, fundamentado en el análisis y la articulación de aportes provenientes de la Neuropsicopedagogía, la Neurociencia Cognitiva y la Psicología Educativa, con énfasis en investigaciones sobre funciones ejecutivas, neurodiversidad y dificultades de aprendizaje en matemáticas. El análisis teórico evidencia que las dificultades matemáticas recurrentes se asocian con frecuencia a sobrecargas ejecutivas, especialmente relacionadas con la memoria de trabajo, la planificación, la flexibilidad cognitiva y la regulación emocional, que comprometen la capacidad de sostener el razonamiento matemático, incluso en estudiantes con alto potencial intelectual. Como resultado, el ensayo propone la rehabilitación cognitiva como un eje pedagógico estructurante, comprendida no como una práctica clínica, sino como una mediación educativa orientada al fortalecimiento de las condiciones cognitivas y emocionales necesarias para el aprendizaje. Se concluye que la integración de fundamentos neuropsicopedagógicos en la enseñanza de las matemáticas es una condición esencial para la construcción de prácticas pedagógicas más inclusivas, sensibles a la diversidad neurocognitiva y comprometidas con un aprendizaje matemático más justo y significativo.
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