DINÂMICA ECOLÓGICA DA DOENÇA DE CHAGAS: FATORES SOCIOAMBIENTAIS E ESTRATÉGIAS SUSTENTÁVEIS DE CONTROLE VETORIAL
DOI:
10.52832/jesh.v5i4.613Resumo
Este estudo analisa a dinâmica ecológica da doença de Chagas e os fatores socioambientais envolvidos na sua transmissão, compreendendo como a degradação ambiental influencia na dispersão desses vetores, e destacando a importância da conservação de ecossistemas naturais para minimizar a interação entre os vetores e as populações humanas, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas sustentáveis. Por meio de uma abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica e análise de dados epidemiológicos entre 2000 e 2024, os autores investigaram como a degradação ambiental, as condições socioeconômicas e a interação entre vetores, hospedeiros e seres humanos impactam a incidência da doença. Os resultados revelam que o desmatamento (n = 7), a fragmentação de habitats (n = 6) e a precariedade das habitações (n = 9) favorecem a dispersão de triatomíneos para áreas domiciliares, ampliando o risco de infecção por Trypanosoma cruzi. A espécie Triatoma petrocchiae, pertencente ao complexo Triatoma brasiliensis, é abordada com ênfase por sua relevância epidemiológica e distribuição simpátrica com outros vetores no semiárido nordestino. Diante desse cenário, o estudo propõe estratégias integradas de controle baseadas na conservação ambiental, melhorias habitacionais, práticas agrícolas sustentáveis e educação ambiental com participação comunitária. Conclui-se que abordagens que integrem saúde pública e ecologia são essenciais para o enfrentamento eficaz e sustentável da doença de Chagas, especialmente em regiões vulneráveis, promovendo justiça socioambiental e prevenção a longo prazo.
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