https://bio10publicacao.com.br/ensinar/issue/feedRevista Ensinar2026-01-14T19:29:55+00:00Bio10 Digital Cursosrevistaensinar@gmail.comOpen Journal Systems<p>A <strong>Revista Ensinar (RENSIN)</strong>, <span class="OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none"><strong>eISSN: 2965-4823</strong>, </span>realiza publicações na área de ensino de Ciências da Natureza (Ciências, Biologia, Química e Física) e Educação Ambiental. As submissões ocorrem em fluxo contínuo, assim, disponibiliza os artigos tão logo aprovados e editorados, para garantir que o tempo máximo entre submissão e publicação seja entre 30 e 90 dias. A Revista Ensinar aceita estudos produzidas nos níveis de graduação, mestrado e doutorado e de pesquisadores em todos os níveis de carreira. E temos como objetivo promover a ciência por meio do acesso aberto à informação, com qualidade, sustentabilidade e otimização dos custos.</p>https://bio10publicacao.com.br/ensinar/article/view/585PRÁTICAS CIENTÍFICAS NO CAMPO: CONSTRUINDO SABERES BIOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA2025-09-05T02:34:32+00:00ROSINEIDE DE SOUZArosineidedecardosodesouza@gmail.comKatell Uguemkuguen@uea.edu.brRegina Maria Pinto de Figueiredofigueiredormp@yahoo.com.br<p><strong>Resumo: </strong>Este estudo aborda a relevância dos ecossistemas para o equilíbrio ambiental e para a interação entre os seres vivos ao longo da evolução, destacando a preservação e integração de saberes empíricos e acadêmicos no ensino de Biologia. O objetivo foi estimular práticas que ampliassem a compreensão das diversidades biológicas entre professores da região amazônica. A metodologia adotada valorizou conhecimentos locais e experiências práticas como base para a formação docente, articulando-os em diferentes contextos e períodos temporais. As ações foram desenvolvidas entre 2021 e 2022, no âmbito do PARFOR/UEA, por meio de ensino remoto e acompanhamento individualizado. Aproveitaram-se espaços naturais do cotidiano dos professores para realização de coletas, estudos e divulgação digital de materiais produzidos. A análise envolveu relatórios escritos e registros fotográficos, permitindo a integração entre conhecimentos acadêmicos e culturais, bem como o desenvolvimento de práticas interdisciplinares e transdisciplinares. Os resultados indicaram maior engajamento docente e ampliação da percepção sobre a importância de unir teoria e prática no ensino de Ciências. Conclui-se que a aproximação entre a ciência formal e os saberes tradicionais favorece uma educação crítica, contextualizada e comprometida com a sustentabilidade ambiental e a valorização cultural.</p>2026-01-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Ensinarhttps://bio10publicacao.com.br/ensinar/article/view/645ESTRATÉGIAS ALTERNATIVAS NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES2026-01-08T18:02:11+00:00Jocinete Silva Ribeirojocinetesilva5@gmail.comLuciana Aguilar-Aleixojocinetesilva5@gmail.com<p>O ensino e aprendizagem de Genética e Evolução são essenciais para a compreensão de temáticas sociais recorrentes e para o letramento científico da sociedade. Entretanto, enfrenta vários desafios, que podem ser dirimidos pela utilização de estratégias alternativas que favoreçam a aprendizagem significativa. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é relatar a experiência do uso de estratégias alternativas no ensino de Genética e Evolução, durante um encontro de formação continuada de professores dos anos finais do ensino fundamental, realizado no município de Planalto, Bahia. A ação ocorreu em setembro de 2025 e reuniu 13 docentes atuantes em escolas da rede pública municipal. Na ocasião foram apresentadas estratégias que podem ser empregadas no ensino de Genética e Evolução, como extração do DNA da banana, visualização de cromossomos ao microscópio, uso de jogos didáticos, vídeos do canal Rubisco’s no YouTube e de revistinhas e jornaizinhos especialmente produzidos para essa finalidade. Também foi apresentada a Revista Genética na Escola como importante material de apoio para atualização e aprofundamento didático dos docentes. Foi ressaltada a importância de sequências didáticas bem estruturadas para a abordagem de temas abstratos com valorização do conhecimento prévio, pautadas em ludicidade e atividades práticas que proporcionem o protagonismo discente e contribuam para a aprendizagem significativa. Os resultados demonstraram que as propostas apresentadas, quando utilizadas em sala de aula, possuem grande potencial pedagógico. O encontro foi uma excelente oportunidade para os docentes atualizarem seus conhecimentos sobre Genética e Evolução, contribuindo para a realização de aulas mais dinâmicas e envolventes.</p>2026-01-19T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Ensinarhttps://bio10publicacao.com.br/ensinar/article/view/631POTENCIAL DIDÁTICO DA MICROPROPAGAÇÃO VEGETAL DE Cattleya walkeriana (ORCHIDACEAE) NO ENSINO DE BOTÂNICA2026-01-14T19:29:55+00:00Gabriela Faria de Oliveiragabrielafariadeoliveira64@gmail.comLeonardo Pereira Silva Costasilva.costa@ufvjm.edu.brGuilherme Victor Nippes Pereirasilva.costa@ufvjm.edu.brElizabeth Mitsue Hachiya Saudmhsbeth@gmail.comPedro Henrique Fonseca Velosopedrofonsecambc@gmail.comJenify Wislany Gonçalves MarcelinoJenify01@gmail.com<p>Este artigo apresenta uma prática pedagógica desenvolvida com estudantes do ensino médio a partir da micropropagação de <em>Cattleya walkeriana</em>, uma orquídea nativa do Cerrado mineiro. A atividade envolveu a preparação das amostras em laboratório da Universidade Estadual de Montes Claros e posteriormente foi realizada a análise morfológica das plântulas em sala de aula, promovendo o contato direto dos alunos com os processos de germinação e crescimento vegetal. A metodologia adotada foi qualitativa, com base em registros escritos, observações e reflexões dos estudantes. Os resultados indicam que a prática promoveu o engajamento, a compreensão conceitual e a valorização da biodiversidade local. Em tempos em que a humanidade tem cada vez mais contribuído para as mudanças do clima através da antropização, a micropropagação operou como gesto pedagógico de cuidado e fabulação, afirmando o ensino de botânica como espaço de resistência e reinvenção das relações entre humanos e plantas.</p>2026-01-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Ensinarhttps://bio10publicacao.com.br/ensinar/article/view/650PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA2026-01-08T18:48:51+00:00Roberta Machado Karsburgrobertakarsburg@gmail.comEduarda Medran Rangeleduardamrangel@gmail.comMaraiza Mendes Feijóbio10digital@gmail.comGuilherme Gonçalves Wachholzbio10digital@gmail.comWesley Kabkebio10digital@gmail.comKethlin Giovanna da Silva Ramosbio10digital@gmail.comCélia Cristina Machado de Carvalho Vazbio10digital@gmail.comStefani Curtinaz Mesquitabio10digital@gmail.comAmanda Forquim Cetolinbio10digital@gmail.com<p>O estudo analisa as práticas pedagógicas de educação ambiental aplicadas ao ensino de Ciências e Biologia no Brasil, relacionando-as às diretrizes da LDB, da Política Nacional de Educação Ambiental (Lei nº 9.795/1999), da BNCC e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Fundamentado em revisão sistematizada de literatura entre 2020 e 2025, o trabalho mapeia experiências que unem teoria e prática por meio de metodologias ativas, aulas de campo, experimentos e atividades interdisciplinares. As evidências indicam que ações como construção de maquetes com materiais recicláveis, projetos de compostagem, criação de mini ecossistemas e jogos lúdicos favorecem o engajamento e a aprendizagem significativa dos alunos, estimulando o pensamento crítico e a consciência ambiental. Observou-se, contudo, que persistem desafios estruturais, como a carência de recursos, falta de formação docente continuada e sobrecarga de trabalho dos professores, o que limita a consolidação da educação ambiental como eixo transversal no ensino. Pesquisas recentes reforçam a necessidade de maior apoio institucional e de propostas interdisciplinares contextualizadas, alinhadas à realidade escolar e comunitária. Conclui-se que as práticas pedagógicas analisadas contribuem para a formação integral dos estudantes e para a promoção de valores sustentáveis, em consonância com o ODS 4 — educação de qualidade —, demonstrando o potencial transformador da educação ambiental no ensino de Ciências e Biologia.</p>2026-01-21T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Ensinarhttps://bio10publicacao.com.br/ensinar/article/view/643O DESENVOLVIMENTO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS EM PROL DO ENSINO DE CIÊNCIAS2026-01-08T00:38:28+00:00Angélica Martins da Silva amartinssilva0@gmail.com<p>A pesquisa teve como foco as tecnologias educacionais e o ensino de ciências. O objetivo geral foi analisar o desenvolvimento das tecnologias educacionais no ensino de ciências. Os objetivos específicos foram definir as características das tecnologias educacionais utilizadas para o ensino de ciências, identificar os auxílios que as tecnologias educacionais permitem ao ensinar a disciplina ciência e relatar as perspectivas em prol do avanço das tecnologias educacionais no ensino de ciências. A metodologia conteve a abordagem qualitativa, nos seus objetivos foi uma pesquisa exploratória e em seus procedimentos ocorreu uma pesquisa bibliográfica. A coleta de dados aconteceu com o levantamento bibliográfico no Portal de Periódicos da CAPES. Foram encontrados 2383 artigos científicos. O recorte temporal usado para os critérios de inclusão e exclusão foram os últimos 5 anos. Com os critérios de inclusão, selecionaram-se 7 trabalhos. Na análise dos dados, foi usada a Análise de Conteúdo com categorias. Os resultados relatam características das tecnologias educacionais utilizadas para o ensino de ciências na categoria “ferramentas educacionais” e auxílios no ensino e aprendizagem dos educandos que tais tecnologias permitem ao ensinar essa disciplina na categoria “ensino-aprendizagem dos educandos”. Além disso, há perspectivas em prol do avanço das tecnologias educacionais no ensino de ciências na categoria “políticas curriculares” com foco nas políticas curriculares e na categoria “papel do educador” com enfoque nas ações dos professores. Na conclusão, refletiu-se sobre a efetivação de estudos futuros no cotidiano das escolas, averiguando o desenvolvimento das tecnologias educacionais no ensino de ciências.</p>2026-01-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Ensinar